Atendimento prioritário no dia a dia
Menos filas, mais respeito às necessidades
Pessoas com Transtorno do Espectro Autista têm direito a atendimento prioritário em bancos, hospitais, repartições públicas, concessionárias de serviços e estabelecimentos comerciais — o mesmo direito assegurado às demais pessoas com deficiência.
Esse atendimento vai muito além de uma fila preferencial. Em muitos casos, a espera prolongada e os ambientes barulhentos podem provocar sobrecarga sensorial e crises, de modo que a prioridade tem função concreta de proteção. Instrumentos como a Ciptea e o cordão de girassol ajudam a sinalizar a necessidade de forma discreta e a evitar constrangimentos.
Se o atendimento prioritário for negado, é importante registrar o ocorrido — data, local e nome do responsável — e formalizar reclamação junto ao Procon ou aos órgãos competentes. O descumprimento pode gerar penalidades ao estabelecimento e, conforme o caso, indenização à pessoa prejudicada.
Se você está passando por uma situação como essa, saiba que é possível buscar seus direitos com a orientação adequada. A Dra. Cinthia Marracini oferece atendimento humanizado e personalizado — entre em contato para avaliar o seu caso e dar os próximos passos com segurança.
Este conteúdo tem caráter meramente informativo e não substitui a orientação jurídica individualizada. Para avaliar o seu caso concreto, agende uma consulta.